segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Broken promises for broken hearts.

Ele lhe era tão presente quanto uma chaga que invade os poros e marca a tez. Ou um nome que escapa à boca e adoça os lábios. Apesar dessa consciência cega e abafada de que pertencia a ele, evitava-o com um asco falso e ofensivo. Berrava aos ventos que a tangiam que encontrava-se dura e inteira. Talvez tal invento lhe soasse sincero aos ouvidos (já tão habituados ao silêncio da noite que ela protegia com as mãos ternas e trêmulas).

Como sua memória pôde trair-lhe? Ele quem cravara os dentes em sua carne e roubara a lucidez — a beleza, a candura que ele amara com uma intensidade pueril de um assassino. Etiquetou-a para a eternidade. “Para sempre minha”, as letras berravam.

Assim como a certeza de que ele partira e embrulhara as promessas desfeitas, ela sabia: jamais seria a mesma.

2 comentários:

Aymée Fávaro. disse...

espero que você não esqueça a senha desse aqui. te amo, baby girl. s2

Blyef disse...

Vampiros? eu super curti ^^